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A importância do tráfego pago e orgânico para seu e-commerce

tráfego é um dos maiores ativos que um e-commerce pode conquistar em sua atuação, principalmente em tempos de restrições impostas pela pandemia de COVID-19.

Isso porque construir um tráfego consistente é garantir que sua loja virtual esteja sempre “movimentada”, expondo seus produtos de forma mais assertiva e possibilitando que esse movimento se converta em clientes.

Mas você sabia que existem dois tipos de tráfego? Na teoria, eles são opostos. Na prática, não só podem, como devem ser trabalhados juntos!

Em outras palavras, uma estratégia de Marketing Digital bem-sucedida investe em ambos: o tráfego pago e o tráfego orgânico, para transformar as diferenças deles em complementos.

Então vamos a uma explicação rápida antes de partirmos para os detalhes de como começar uma estratégia? Me acompanhe!

O que é tráfego pago?

tráfego pago pode ser obtido através de diversos canais de terceiros, que promovem ou expõem o conteúdo da sua empresa enquanto você paga por isso.

Alguns exemplos desses canais são:

  • Google Ads;
  • Instagram Ads;
  • Facebook Ads;
  • LinkedIn Ads;
  • Twitter Ads;
  • Sites e blogs (publicidade nativa, banners ou publieditoriais).

Neles, há a possibilidade de segmentar o público-alvo que receberá o conteúdo a partir de dados demográficos e sociais. Assim, os resultados logo começam a surgir.

O que é tráfego orgânico?

tráfego orgânico é obtido por meio de canais próprios, criados para compartilhar conteúdo e incentivar, espontaneamente, interações do público-alvo com a empresa.

Exemplos de canais são:

  • Sites;
  • Blogs;
  • Redes sociais.

Neles, as interações podem ser:

  • Acessos à página;
  • Curtidas;
  • Compartilhamentos;
  • Visualizações;
  • Conversões.

Diferente do tráfego pago, os resultados do tráfego orgânico acontecem a longo prazo, mas acredite: são muito duradouros!

Abaixo, está uma explicação rápida sobre Tráfego Orgânico vs. Tráfego Pago, apresentada pelo COO da Orgânica, Lauro Becker: 

Como começar uma estratégia de tráfego pago?

tráfego pago é um poderoso aliado para potencializar uma estratégia para e-commerce porque, geralmente, seu foco é o público que já está buscando as soluções oferecidas pela empresa. 

Sendo assim, um fator crucial para o sucesso de uma estratégia de tráfego pago é a segmentação adequada, em que os grupos de anúncios são definidos levando em consideração o público-alvo, as características gerais de um produto ou, até mesmo, as condições especiais, como promoções.

Dessa forma, a segmentação ajuda no melhor aproveitamento do investimento realizado e é fundamental para um acompanhamento mais preciso dos resultados da estratégia. Afinal, você lida com um determinado custo por conversão, que precisa valer a pena. Não é?

Identificando as segmentações

O primeiro passo para criar estratégias de tráfego pago de sucesso, portanto, é identificar as segmentações, partindo, por exemplo, das possíveis palavras-chave que os clientes utilizam para encontrar as soluções da sua empresa. Com isso em mãos, é necessário pesquisar sobre o volume de buscas dessas palavras para entender o potencial de mercado.

Nesse momento, algumas perguntas podem ajudar você a identificar essas palavras-chave, como:

  • Quais são os produtos mais competitivos? 
  • E os produtos com melhores condições de pagamento?
  • Qual deles é único, exclusivo ou possui condições especiais?
  • Quais são os que oferecem à sua empresa a melhor margem de lucro? 

As três primeiras perguntas ajudam a identificar os produtos que possuem maior potencial de conquistar a atenção do cliente em meio a outros anúncios.

Por sua vez, um produto com boa margem de lucro ajuda a melhorar a relação de custo e retorno das estratégias. Isso é especialmente importante no início da sua estratégia de Marketing Digital em tráfego pago!

Só não esqueça que, quando uma empresa está ingressando no mundo do tráfego pago, o que se tem são estimativas de retorno e, por ser tudo muito rápido e dinâmico, é importante colocar em prática a primeira estratégia para contar com estatísticas mais precisas. Com base nelas, também é essencial que você não fique esperando muito para aplicar as correções e melhorias necessárias. Certo?

Estruturando seu anúncio

Quando o assunto é tráfego pago, apenas mostrar um produto não é suficiente: ele deve oferecer vantagens em relação aos seus concorrentes.

Em um canal como o Google Shopping, por exemplo, a comparação entre diferentes e-commerces é crucial. O cliente visualiza, lado a lado, diversas opções para a compra do mesmo produto — e certamente será atraído pelo menor preço.

Mesmo com o Google Ads, a busca mostra ao cliente diversos anúncios e resultados orgânicos similares, e a maioria apenas clica nos links que chamam mais a atenção.

Sendo assim, para que o anúncio tenha sucesso, é fundamental oferecer condições especiais de preço, pagamento ou entrega, que devem estar explícitas nele.

Agora, os anúncios em redes sociais contam com um espaço maior para falar sobre as características de um produto, permitindo conteúdos mais elaborados e descritivos. Também é determinante haver fotos e vídeos interessantes, já que esse será o primeiro contato que o cliente vai ter.

Quer ver exemplos de cards usados em anúncios nas redes sociais? Dá uma olhada:

Esse tipo de estratégia costuma oferecer melhores resultados em conversão direta. Enquanto isso, canais como o Google Shopping e Google Ads são frequentemente utilizados para estabelecimento e expansão da marca.

Como dar início a uma estratégia de tráfego orgânico?

As estratégias voltadas para obtenção de tráfego orgânico são o coração das histórias de sucesso no Marketing Digital. Isso porque são ótimas escolhas para médio a longo prazo.

Ações como a produção de conteúdo relevante para o público fazem muito mais do que atrair tráfego para o e-commerce da empresa: também geram valor, estabelecem confiança e aumentam a autoridade da marca.

Essa é uma maneira extremamente eficaz de mostrar que a empresa sabe do que está falando, além de criar uma relação mais aberta com seu público. No entanto, apenas publicar conteúdo não é o suficiente!

Em uma boa estratégia de tráfego orgânico, existe muito planejamento envolvido para garantir que o conteúdo seja original e de qualidade. É preciso entender, principalmente, qual tipo de conteúdo o seu público consome e como chega até ele.

Identificando as principais linhas de produto

Para estruturar uma estratégia de conteúdo e atrair tráfego orgânico para o seu e-commerce, é indispensável identificar primeiramente quais são os usos mais importantes das principais linhas de produto

Os agrupamentos podem ser feitos baseados em:

  • Características dos produtos; 
  • Seus usos; 
  • Segmentação de públicos.

Por exemplo, imagine que um e-commerce trabalhe com vinhos. Algumas linhas de produto podem ser: 

  • Vinhos tintos;
  • Vinhos brancos;
  • Vinhos para acompanhar carnes vermelhas;
  • Vinhos para acompanhar aves;
  • Vinhos importados; 
  • Vinhos raros.

As duas primeiras categorias se referem às características do produto. As próximas duas, aos seus usos. As duas últimas, a públicos específicos, que tomam vinhos importados e colecionáveis.

Escolhendo as melhores palavras-chave

O próximo passo é escolher as melhores palavras-chave para trabalhar nos conteúdos de cada grupo. No geral, utilizam-se diversas ferramentas nesse processo, como:

  • SEMrush para identificar o volume de buscas dos termos;
  • Google Trends, que ajuda a encontrar tendências e padrões de buscas;
  • RD Station, que possui a função de lead tracking, importante na segmentação de público. 

O objetivo aqui é criar uma base sólida de conteúdo a partir de palavras-chave com baixa concorrência e diversos links internos, que ajudam a acelerar o crescimento e podem servir de suporte para quando você começar a trabalhar as palavras-chave mais concorridas.

Uma boa tática é, por exemplo, criar cerca de 70% do conteúdo trabalhando palavras-chave de baixa concorrência — as long tails. Assim, 30% do conteúdo utiliza as mais concorridas, aumentando gradualmente a proporção do uso delas.

FONTE: www.organicadigital.com/blog

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